sábado, 15 de dezembro de 2007

Foi bom enqto durou

Em ritmo de fim de ano, de período, de aula de Didática, etc. Quero apenas deixar registrado, assim como alguns colegas fizeram, o fato de que, se houve algo que foi realmente ensinado nas "aulas" de Didática - acredito que o que houve foram debates - foi o fato de que o planejamento apesar de ser importante, não é tudo, sempre tem de haver uma adaptação ao momento...por outro lado, ficou claro que didática não se ensina, na medida em que cada um apreende e desenvolve uma metodoligia própria de ensino. e somente aulas ilógicas para quebrar em nossa mente a lógica paradigmática do sistema de ensino.

Abçs e bjs a todos, boas festas.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

"Eu sonho com uma escola em que se possa respirar a autêntica liberdade, a que sempre se compromete com o melhor".

sábado, 1 de dezembro de 2007

É, ESTAMOS CHEGANDO AO FINAL DE MAIS UM PERÍODO NA FACULDADE, ÉPOCA EM QUE TODOS , OU QUASE TODOS, ESTAMOS MEIO QUE DESESPERADOS PARA PASSARMOS EM TODAS AS MATÉRIAS.
AGORA É ÉPOCA DAQUELES PROFESSORES, QUE NÃO DERAM NADA NO SEMESTRE INTEIRO, APLICAREM ALGUM TIPO DE AVALIAÇÃO QUE A GENTE NÃO FAZ IDÉIA E A NOTA, SÓ DEUS SABE.
E DA DIDÁTICA, O QUE VAI SER???
AH, NESSA MATÉRIA, PELO MENOS COM O PROFESSOR MÁRCIO, TIVEMOS ALGUMAS DISCUSSÕES PERTINENTES. E A DIDÁTICA QUE PARA MUITA GENTE É UM SACO, PARA NÓS, FOI UMA EXPERIÊNCIA FASCINANTE.
APRENDEMOS A DAR AULA? ACHO QUE NÃO. ISSO NÃO SE APRENDE. QUEM AINDA PRECISAR DISSO, PASSE EM ALGUMA LIVRARIA E COMPRE ALGUM LIVRO DE AUTO-AJUDA, COM O TÍTULO PRÓXIMO DE : "100 DICAS PARA SER UM BOM PROFESSOR" OU AINDA, "APRENDA A DAR AULA - PASSO A PASSO"
TENHO CERTEZA DE UMA COISA: NÃO APRENDEMOS A DAR AULA MAS PASSAMOS A ENXERGAR A ESCOLA COMO ALGO MUITO DIFERENTE DO QUE VÍAMOS ANTERIORMENTE. ENXERGAMOS NELA, HOJE, COISAS BOAS E NÃO AS FALHAS DO SISTEMA EDUCACIONAL NACIONAL. VEMOS A ESCOLA COMO UM LUGAR DE TRANSFORMAÇÃO, DE DEBATE, UM LUGAR RICO DE EXPERIÊNCIAS QUE PRECISAM SER TROCADAS, E VIVENCIADAS JUNTAS.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

A aula de Didática



Bom sabendo-se que estamos chegando ao fim do periodo, venho aqui mostrar que tudo valeu a pena, pois começei a ter uma nova visao da faculdade, da sala de aula e principalmente do que é da aula.


Não é apenas ser professor, é ser um camarada de todos, pois sabemos que o cara é o cara neh, e ele sabe como cativar as pessoas....


por isso aqui deixo a minha homenagem a ele, pelo unico dia em que ele escreveu no quadro.


Enfim com isso deixo aki registrado que valeu a pena.......

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

ACHEI MUITO INTERESSANTE UMA MATÉRIA QU SAIU NO MÊS DE OUTUBRO NA REVISTA ÉPOCA, NO DIA 22. A MATÉRIA FALA SOBRE O QUE ESTÁ SENDO ENSINADO NAS ESCOLAS PARA AS NOSSAS CRIANÇAS.
ACHEI A MATÉRIA UMA PORCARIA. ACHO ELA REDUCIONISTA. É CRITICA DEMAIS AO VIÉS MARXISTA DOS LIVROS DIDÁTICOS. NÃO ESTOU AQUI DEFENDENDO O MARXISMO, NEM JULGANDO AQUELES QUE SE DIZEM OS NEOLIBERAIS. MAS É NITIDA NA REPORTAGEM UMA VISÃO MATERIALISTA DA REALIDADE E UMA IDEOLOGIA DO CONSUMO QUE ESTÁ IMPREGNADA, MESMO QUE NÃO GOSTEMOS DE RECONHECER, EM NOSSAS VEIAS. ACHO A REPORTAGEM CARREGADA DE UMA VISÃO DAS ELITES QUE QUEREM PASSAR ESSA MANEIRA DE VER O MUNDO PARA A MASSA DA POPULAÇÃO.
SÓ ACHO Q PRECISAMOS SER MAIS CRÍTICOS ÀS COISAS QUE LEMOS.
NÃO PODEMOS ACEITAR TUDO COMO VERDADES.

A ESCOLA É LUGAR DE TRANSFORMAÇÃO

NUM DEBATE NA ÚLTIMA QUARTA-FEIRA, NUMA DISCIPLINA ELETIVA SOBRE AS HISTÓRIAS DAS REVOLUÇÕES , ESTÁVAMOS DISCUTINDO SOBRE OS CONCEITOS DE REFORMA E REVOLUÇÃO. ACHEI MUITO ENGRAÇADO QUANDO, UMA ALUNA DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DISSE QUE PODEMOS VER NA ESCOLA UM LUGAR POSSÍVEL PARA FAZERMOS REFORMAS, POIS FAZER UMA REVOLUÇÃO ERA IMPOSSÍVEL.
DENTRO DESSES CONCEITOS, VEJO A REFORMA COMO UMA MAQUIAGEM, E A REVOLUÇÃO COMO UMA TRANSFORMAÇÃO, UMA MUDANÇA NA ARQUITETURA.
ENQUANTO NUMA REFORMA VOCÊ PINTA SUA CASA, NA REVOLUÇÃO VOCÊ MUDA A ARQUITETURA DO PROJETO INICIAL, A TRANSFORMA, E EM ALGUMAS CIRCUSTÂNCIAS A RECONSTRÓI.
ACHO IMPORTANTE NÓS, COMO EDUCADORES, VERMOS A ESCOLA COMO UM LUGAR DE TRANSFORMAÇÃO. PRECISAMOS AJUDAR NOSSOS ALUNOS A ARGUMENTAREM, SE DEFENDEREM, E LUTAREM SEMPRE POR MELHORES CONDIÇÕES SOCIAIS E SEREM MAIS CRÍTICOS A REALIDADE QUE OS CERCA, NÃO ACEITANDO MAIS ESSA EDUCAÇÃO IMPOSTA E RETRÓGRADA QUE GOSTA DE IMPOR CERTOS E ERRADOS, BONS E MAUS, SEMPRE CRIANDO ESTERIÓTIPOS.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

E ai galera!!!!

Eu de novo!!!!



Pensando ainda em memória escolar, olha eu aí com uma das minhas primeiras professoras, a tia Teresa... hehehehe nesssa época era tia né!! Esclarecendo, sou a da direita, esse com a camisa do flamengo (grande amigo até hj, desde cedo já tomava ótimas decisões, a se perceber pelo time que torce) é o Paulinho. Estavamos no jardim e eu usava uma conga... hahahahhaha






Agora eu muito compenetrada, estudando. Claro que isso não era só pose.... hehehehehehehe


Não faço a mínima ideia no ano dessa foto, só me lembro que nessa época andavam uns fotógrafos, batendo de porta em porta, oferenço um álbum. Como filha caçula, mesmo com a falta de grana típica da época tive essa mordomia, anteriormente negada aos meus 3 irmãos.


A bic sempre presente.... hehehehehe




E um último ato.... isso até que venha o próximo.
Minha formatura da graduação com meus queridíssimos amigos!!!! Dia 10 de abril de 2007,
Denise, Aline, eu, Julio e Janine. Também há a presença ausente do Diego, já que o engraçado foi voar na hora dessa foto.
Aí que saudade dessa turma tão especial.


segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Shakespeare, sempre atual!







"Como vos preveni, eram espíritos todos esses atores; dissiparam-se no ar, sim, no ar impalpável. E tal como o grosseiro substrato desta visão, as torres que se elevam para as nuvens, os palácios altivos, as igrejas majestosas, o próprio globo imenso, com tudo o que contém, hão de sumir-se, como se deu com essa visão tênue, sem deixarem vestígio. Somos feitos da matéria dos sonhos; nossa vida pequenina é cercada pelo sono."
A Tempestade (William Shakespeare - Act IV, scene I)



"Prospero and Ariel", óleo sobre tela de William Hamilton pintada em 1797.





Falaí garela!!!

Resolvi postar esse trechinho da peça de Shakespeare porque, apesar de não ser uma de suas obras mais conhecidas ou um daqueles dramas famosíssimos, é uma peça que lida com vários aspectos da vida humana, entre eles política, poder, liderança, fraternidade, traição, vingança, justiça, fantasia, teatro e amor... enfim, temas sempre atuais. Então, acho que ela vale a pena uma lidinha nela... hehehehe




Só passei para essa dica.

Para que quiser assistir uma série animada (inglês, legenda em inglês) é só clicar nos links abaixo:

Shakespeare The Animated Tales - The Tempest - 1/3
Shakespeare The Animated Tales - The Tempest - 2/3
Shakespeare The Animated Tales - The Tempest - 3/3

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

É inevitável o fato de ainda estarmos abalados com os últimos acontecimentos da UERJ. Na verdade ainda estamos voltando, aos poucos, à normalidade. E como a vida não para, cá estou para postar algo. Gostaria de falar em algo que muito interessa a todos nós em particular: a vida docente.
Ainda essa semana (4ª-feira), eu estava batendo papo com um colega de turma enquanto aguardavamos o prof. (que por sinal não compareceu). Esse camarada, muito gente boa, me contava o fato de já estar dando aula, e as experiências, a princípio agradáveis, que estava tendo enquanto prof. No entanto, intriga as perspectivas que ele tinha, e que não fogem do padrão geral. Ele contava como é contrastante a coexistência de professores de sangue novo e cheios de expectativas com aqueles que estão perto da aposentadoria e que já estão cansados da vida docente. Dizia ele ainda que não pretendia ficar o resto da vida dando aula para os ensinos de base, pois seu objetivo era a academia, pois entendia ser inevitável o desgaste de sala de aula com o tempo.
Isso me faz refletir sobre a dura realidade do sistema educacional em que vivemos, onde até a academia (que já é uma ilha) está vivendo o duro descaso do governo (algo que já vem ocorrendo há anos, por sinal).
Dito isto, paro por aqui, e abro espaço para debates e opiniões a serem dados em forma de comentários.
Abraços e um ótimo feriado a todos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

UERJ EM CHAMAS

É, depois da queda da marquise da rampa do 12º andar (de mais de 15 toneladas) e do incêndio do depósito, foi a vez do incêndio iniciado no 5º andar , tomando parte do segundo e quarto ( segundo informações até o momento). Mais uma vez não foi num dia de aula, e portanto, a qtd de pessoas no campus era pequenas e não tivemos vítimas.
Hoje, estamos sem luz, sem telefone, sem elevador e sem condições de estudar. ( Água nós nunca temos mesmo, pelo menos nos bebedouros)
Cada dia que passa estudar na UERJ tem se tornado uma aventura, se não um risco de vida.
De promessas a comunidade acadêmica está cheia. Nós, alunos, professores e funcionários técnico-administrativos queremos é melhores condições de estudo e trabalho.

sábado, 29 de setembro de 2007

Olhar Crítico

Depois de assistir o filme em sala de aula, resolvi mudar o que iria postar, pois veio à minha mente um três filmes com duas situações iguais e uma diferente, situações que nos mostram que é muito fácil chegarmos à conclusões precipitadas sobre determinados assuntos, e percebi também que nós temos o dom de criticar, em sua maioria críticas destrutivas.

Sempre ouvi o Márcio dizer que nós temos a mania de dizer: "Naquele tempo era melhor" e não fazemos nada pra mudar o que acontece hoje e poder dizer: "amanhã vai melhorar".

Falando dos filmes e das situações, vejo que existe uma certa ligação entre o que acontece em "Os Incompreendidos" e um filme muito conhecido por nós brasileiros, "O Bicho de Sete Cabeças", filmes estes que nos mostram que as pessoas não se preocupam em saber do contexto e acabam tomando decisões precipitadas sobre determinados assuntos.


Talvez Antonie e o Neto fossem perguntados o que estava acontecendo, teriam uma tragetoria diferente, se tivessem o apoio dos pais, carinho e/ou coisas semlhantes, certamente metade das coisas que aconteceram com eles não teriam acontecido.

Por outro lado, temos o filme "2 Filhos de Francisco", onde os filhos são apoiados pelo pai , para conseguir alcançar um sonho, que era dele, e foi transferido para os filhos. No começo ele impôs esse sonho aos filhos - porque queria vê-los com uma vida melhor que a que ele tinha - mas vemos que depois os filhos foram gostando da idéia e correram atrás dos sonhos, mas não é nisso que quero me prender.

Temos que entender que ainda que todos são iguais, na realidade somos todos diferentes, devemos entender qua cada um tem sua dificuldade, e é por isso que, como educadores, devemos procurar entender cada um educando, ainda que o nosso trabalho não seja recompensado como nós queremos que seja.
"Não há saber de mais, ou saber de menos. Existem saberes diferentes"
Paulo Freire

sábado, 22 de setembro de 2007

"Falar mal é fácil."

"Falar mal é fácil." Concordo. Vejo defeito em tudo. E critico. Inutilmente, é verdade. E me limito a agir individualmente, sem nenhum projeto de mudança de mundo. Não tenho essa boa vontade. Não quero ensinar pro cara que está sentado ao meu lado no ônibus, que me diz gentilmente, com um sorriso no rosto "Bom dia, com licença..." e estica o braço para jogar papel pela janela que ele está sendo, no mínimo, incoerente. Muito menos quero domar (sim, porque parecem animais) as mulheres que quase se matam quando a porta do vagão do metrô se abre, pra pegar um lugar vazio. Sabe como é... o mundo é dos espertos. Quem fica em pé ganha plaquinha de trouxa. Pego a minha feliz da vida. Prefiro. Essas mesmas mulheres ficam indignadas e reclamam quando um homem entra no vagão feminino. Elas querem respeito. É pra rir? Só vejo as expressões faciais, as bocas se mexendo e os gestos, porque já cansei disso tudo e faz tempo que os fones de ouvido me protegem. Egoísta, derrotista, pessimista e alienada, se você quiser.

Estou de saco cheio e não tomo Prozac para ver o mundo colorido. Não vejo poesia na mudança de trânsito na minha rua. Talvez porque saia cedo demais e volte tarde demais pra notar. Ainda que notasse, não creio que veria poesia nisso. Não eu. Simplesmente não vejo nada demais nisso. E, devo dizer, discursos otimistas demais e política e socialmente corretos me enervam. Não vejo poesia na mendiga fétida e com obesidade mórbida que passa os dias sentada no chão imundo comendo, apesar de sequer ter dentes, ali perto do Passeio Público.

Cansei e é só.

Fique à vontade para jogar suas pedras.

No player: Radiohead - Airbag

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

O Poder das Lembranças

Bem, lá vamos nós....


Essas aulas de didática tem sido legais. Me tem feito pensar em dias esquecidos, pessoas que passaram por minha vida e também nas que ficaram. É interessante como uma coisinha à toa puxa o gatilho das recordações. Depois das conversas sobre memória na aula e também do filme "Brilho eterno de uma mente sem lembranças", me peguei divagando sobre memórias e lembranças. O mais engraçado é que, na aula, falei que havia me arrependido de ter mudado de rumo no ensino médio, já que fiz o primeiro ano de 'formação de professores' mas troquei por 'técnico em agropecuária' (sim, fui estudar algo que nunca usei ou usarei... a não ser plantar flores num jardim quando eu estiver aposentada e velhinha).


Pois bem, o filme é bem interessante, já que me fez pensar nas escolhas que tomei. O que sou hoje é produto de toda uma vida. As minhas lembranças, boas ou ruins, são o que me formam. E se, por acaso, fosse mesmo possível apagar algo ou alguém de nossa memória, com certeza não seríamos mais os mesmos. Será que somos predestinados ao que somos? O quanto podemos mudar? Se mudarmos algo, não seremos levados a cair na mesma situação de novo e de novo? Quanta força devemos empregar para mudarmos nosso destino? Livre arbítrio ou predestinação???




Pensei em postar o discurso final do filme, mas seria muita sacanagem... hehehe... então coloquei esse pedacinho minúsculo, mas que tem tudo a ver comigo, estudante de Literatura Inglesa. Essa parte e uma citação do poema "Eloisa to Abelard" de Alexander Pope, poeta inglês do século XVIII.


Pensei em transcrever o poema aqui, mas ele é enoooorme (366 linhas, mas para quem quiser ler é só CLICAR AQUI) vou só contar a história deles, que inspirou o filme:


França, século XII. Abelardo (1079-1142) é um padre de 51 anos que foi designado para ser tutor de Eloísa-ou Heloisa-(1101-1164), uma jovem de 18 anos. Eles se apaixonam, mas devido à posição de Abelardo, casam-se secretamente. Eloísa engravida, então seu tio descobre a paixão ilícita (segundo ele), mas não o casamento. Então, após ser destituído de seu cargo, Abelardo é castrado. Após o episódio Abelardo se 'interna' em um mosteiro. Eloísa, após ter o bebê, segue para um convento, onde faz voto de silêncio. Eles, então, trocam algumas cartas.

O poema de Pope, publicado em 1717, seria uma das cartas de Eloísa para Abelardo. Angustiada por seus desejos sexuais por Abelardo, principalmente nos sonhos, e pelo desejo de satisfazê-los, e sendo agora ele é um eunuco (algo que ele considera uma libertação de seu "contágio pela impureza carnal"), nem que quisesse poderia corresponder aos desejos dela ... ela clama não por perdão, mas pelo esquecimento.[1] É nesse contexto que está o citação no filme:

“Feliz é a inocente vestal (virgem); Esquecendo o mundo e sendo por ele esquecida. Brilho eterno de uma mente sem lembranças; Toda prece é ouvida, toda graça se alcança.”


Nunca mais se encontraram em vida, só se reuniram novamente quando seus restos mortais foram levados para o cemitério Pere-Lachaise, em Paris, logo após o sua construção (foto do túmulo ao lado, se clicar nela vai para o site do cemitério).

Bom, qual é a relação de Abelardo e Eloísa com Joel e Clementine? Todos querendo esquecer algo inesquecível... todos vítimas de suas lembranças, de suas memórias, de seus atos e escolhas. Como apagar algo que faz parte de sua alma? Seria melhor não ter vivido e não ter nada a lembrar, mesmo lamentar? Ou melhor seria se arrepender pelo que se viveu do que pelo que deixou de se viver? Então eu lanço a última pergunta: olhar a vida passar para nos resguardarmos de futuros ressentimentos ou tomar parte ativa nela, mesmo que isso possa ocasionar algum remorso?

Para quem não tinha nada a postar, escrevi demais!!