É, depois da queda da marquise da rampa do 12º andar (de mais de 15 toneladas) e do incêndio do depósito, foi a vez do incêndio iniciado no 5º andar , tomando parte do segundo e quarto ( segundo informações até o momento). Mais uma vez não foi num dia de aula, e portanto, a qtd de pessoas no campus era pequenas e não tivemos vítimas.
Hoje, estamos sem luz, sem telefone, sem elevador e sem condições de estudar. ( Água nós nunca temos mesmo, pelo menos nos bebedouros)
Cada dia que passa estudar na UERJ tem se tornado uma aventura, se não um risco de vida.
De promessas a comunidade acadêmica está cheia. Nós, alunos, professores e funcionários técnico-administrativos queremos é melhores condições de estudo e trabalho.
segunda-feira, 1 de outubro de 2007
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6 comentários:
Nem me fale nisso! Só de pensar no descaso reservado à UERJ já saio do sério!
Fico imaginando se vão esperar que todo o prédio venha abaixo para que tomem uma real providência. Ou se estão esperando por isso para fechá-la de vez!!!
Bebedouros sem água, banheiros sem papel higiênico (e água tbm), salas sem portas, janelas que não se fecham (ou abrem), etc....
Dignidade para todos nós!!!!
a uerj está abandonada, como notamos sem esforço.
o que não entendo é a presença de duas placas com especificações de obras, erguidas na esquina do estacionamento, na são francisco xavier. uma, fala sobre a obra da rampa do 12° andar e outra fala sobre uma obra de recuperação do pavilhão principal, o joão lyra filho. cada uma, supostamente, gerando mais de 20 empregos e com custos bem altos. onde essas obras estão acontecendo? existe obra em andamento na uerj? não estou sendo irônica aqui. estou realmente perguntando, porque só vou lá duas vezes por semana, pras aulas de didática e vejo aquela rampa escorada e só!
Pois é, a relidade da Uerj está cada vez mais triste...só um incêndio na Instituição pra que seja liberada verba, "em caráter emergencial"!!! E o pior é que se der mole, o emergencial ainda está por conta do PRODERJ e não da Universidade...descaso é a palavra que define a ponta do Ice Berg. O problema real pode ser definido como uma má gerência da coisa pública que se repete há anos e piora a cada governo. Nesse aspecto, a catástrofe de domingo pode ser usada como arma combativa, na medida em que os holofotes da sociedade se voltaram pra UERJ, a fim de que sejam discutidos os problemas da UERJ, e a discussão ganhe as ruas.
Por isso eu congratulo o William, que usou o espaço do blog a fim de expressar aquilo que está em nossa mente constantemente: um sentimento de impotência frente a tantas decepções.
Vc falou, tudo. Impotência. É exatamente esse sentimento q temos sentido enquanto comunidade acadêmica.
Ola...
passando aki pra dizer ainda to vivo, to meio em epoca de provas ai fik dificil comentar...
Fico triste que as pessoas estejam com medo na Universidade que escolhi para mim e fico revoltado por não ver nenhuma ação efetiva por parte seus dirigentes. Em época de eleição fica só o sensacionalismo mas como sempre falta ação.
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